Capitão América; Senhor Milagre, Homem-Formiga, Grande Barda e Vespa; Professor Xavier, Etrigan e Raio Negro; Pantera Negra, Guardião e Thor

Sim, parece um time de futebol. Mas são personagens criados por Jack Kirby, o maior artista do gênero dos super-heróis de todos os tempos. De sua criatividade e talento vieram dezenas de personagens incríveis. Alguns criados em parceria com Joe Simon (como o Capitão América), muitos com Stan Lee (X-Men, Quarteto Fantástico, Vingadores) e outras tantos, sozinho (Darkseid, Guardião, Senhor Milagre).

Daria para permear este textos com vários “escalações” apenas com supereseres criados por Jack Kirby. Aliás, é exatamente o que eu vou fazer.

Vingadores; Povo da Eternidade, X-Men, Darkseid e Inumanos; Jean Grey, Novos Deuses e Eternos; Ciclope, Vovó Bondade e Loki

E por que estou falando de Kirby aqui? Porque o Brasil está recebendo “Jack Kirby: A Épica Biografia do Rei dos Quadrinhos“, escrita e desenhada por Tom Scioli, autor de “Gødland” e “The Myth of 8-Opus”.

Em vida, Kirby teve muito menos reconhecimento do que deveria. Não só das editoras (foi importante para a DC e importantíssimo para a Marvel), mas também de autores com quem trabalhou. A profunda relação dele com Stan Lee nunca foi inteiramente compreendida.

Galactus; Pai Celestial, Demônio-Dinossauro, Órion e Jean Grey; Tocha Humana, Kamandi e Surfista Prateado; Hulk, Klarion e Groot!

Eu já li a ótima biografia “Kirby: King of Comics”, escrita pelo seu colaborador de longa data Mark Evanier. E fiquei querendo saber mais sobre ele.

Ainda não li “Jack Kirby: A Épica Biografia do Rei dos Quadrinhos”, que será lançado aqui a duas semanas (mas já está em pré-venda). E provavelmente vou querer ficar sabendo mais sobre ele. O ano de 2021, pelo menos para nós, fãs de HQs, começa bem.

Quarteto Fantástico; Magtron, Homem-Máquina, Fúrias Femininas e Magneto; Fera, Metron e Mulher Invisível; Mercúrio, OMAC e Feiticeira Escarlate

ps – este texto faz parte de uma série de cinco posts sobre lançamentos de quadrinhos em 2021. Para cada dia da semana, escolhi destacar uma obra de um gênero diferente: super-herói na segunda, banda desenhada europeia na terça, comix americano na quarta, mangá na quinta e HQ brasileira na sexta.

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Escrito por

Pedro Cirne

Meu nome é Pedro, nasci em 1977 em São Paulo e sou escritor e jornalista - trabalho na Argus Media e escrevo sobre quadrinhos na TV Cultura.
Lancei dois livros: o primeiro foi "Púrpura" (Editora do Sesi-SP, 2016), graphic novel que eu escrevi e que contou com ilustrações 18 artistas dos oito países lusófonos: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Este álbum contemplado pelo Bolsa Criar Lusofonia, concedido a cada dois anos pelo Centro Nacional de Cultura de Portugal.
Meu segundo livro foi o romance "Venha Me Ver Enquanto Estou Viva”, contemplado pelo Proac-SP em 2017 e lançado pela Editora do Sesi-SP em dezembro de 2018.
Como jornalista, trabalhei na "Folha de S.Paulo" de 1996 a 2000 e no UOL de 2000 a 2019.

Quer falar comigo, mas não pelos comentários do post? OK! Meu e-mail é pedrocirne@gmail.com

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