Você, não sei. Mas ainda estou em clima de feriadão: louça acumulada e pijama a essa hora do dia (mesmo que você esteja lendo o Hábito de Quadrinhos no meio da tarde). Afinal, amanhã é Sete de Setembro!

E, justamente por ser o feriado na Independência, só estou indicando quadrinhos nacionais nas duas seções semanais do site: o Sábado Sessão Saudade, sempre voltado a obras mais antigas,e o Duas Dicas Dominicais, dedicado a lançamentos.

Aliás, no caso de hoje, são pré-lançamentos! Ou seja, ainda não os li. Mas conheço o trabalho dos autores… E lerei. Só os estou indicando porque são ótimos artistas 😊

Astronauta – Parallax”, de Danilo Beyruth

Beyruth e Astronauta parecem ter sido feitos um para o outro. Veja: este já é o quinto álbum esta bela releitura do personagem clássico criado por Mauricio de Sousa.

Personagens de outras linhas temporais e de outras dimensões se juntam nesta aventura com o astronauta brasileiro mais famoso de todos os tempos (desculpe, ministro).

A Alma que Saiu do Corpo”, de André Toral

A primeira vez em que conversei com André Toral foi, salvo engano, em um Salão de Humor de Piracicaba. Posso estar confuso, desculpe: o mundo antes da Covid-19 faz tanto tempo…

Enfim, lembro de me impressionar com a inteligência dele. Seus comentários sobre quadrinhos não eram óbvios. Havia ali uma erudição aplicada: ele tinha gosto, e estofo, para falar de HQs.

Seus livros giram em torno da história brasileira (ele tem mestrado em antropologia e doutorado em história, mal aí): são os casos de “Adeus, Chamigo Brasileiro – Uma História da Guerra do Paraguai” e “Holandeses”, por exemplo.

Seu novo livro vai mostrar a relação entre brancos e indígenas ao longo da história brasileira. Já encomendado, o meu exemplar, espero, deve estar no correio.

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Escrito por

Pedro Cirne

Meu nome é Pedro, nasci em 1977 em São Paulo e sou escritor e jornalista - trabalho na Argus Media e escrevo sobre quadrinhos na TV Cultura.
Lancei dois livros: o primeiro foi "Púrpura" (Editora do Sesi-SP, 2016), graphic novel que eu escrevi e que contou com ilustrações 18 artistas dos oito países lusófonos: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Este álbum contemplado pelo Bolsa Criar Lusofonia, concedido a cada dois anos pelo Centro Nacional de Cultura de Portugal.
Meu segundo livro foi o romance "Venha Me Ver Enquanto Estou Viva”, contemplado pelo Proac-SP em 2017 e lançado pela Editora do Sesi-SP em dezembro de 2018.
Como jornalista, trabalhei na "Folha de S.Paulo" de 1996 a 2000 e no UOL de 2000 a 2019.

Quer falar comigo, mas não pelos comentários do post? OK! Meu e-mail é pedrocirne@gmail.com

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