Há dezenas de Lanternas Verdes no multiverso da DC Comics. Um deles é brasileiro (José Hernandez), uma é negra (Jo Mullein), um é islâmico (Simon Baz), duas são latinas (Jessica Cruz e Keli Quintela), um é gay (Alan Scott).

Qual é o problema em haver um Lanterna Verde gay (abaixo, beijando seu namorado)? Uma Pequena Sereia negra? Um Batman islâmico? Uma Mulher-Maravilha brasileira? O casal lésbico de “Sandman” (que abre este texto)?

A resposta curta é: nenhum.

A resposta longa, elaborada e cheia de argumentos é: nenhum.

Entretanto, há leitores que reclamam da representatividade nos quadrinhos – e nos filmes, seriados, games… Eu tenho uma enorme dificuldade em entender por que. Realmente, não consigo. Mas abordo o tema na minha coluna desta semana no site oficial da TV Cultura.

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Escrito por

Pedro Cirne

Meu nome é Pedro, nasci em 1977 em São Paulo e sou escritor e jornalista - trabalho na Argus Media e escrevo sobre quadrinhos na TV Cultura.
Lancei dois livros: o primeiro foi "Púrpura" (Editora do Sesi-SP, 2016), graphic novel que eu escrevi e que contou com ilustrações 18 artistas dos oito países lusófonos: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Este álbum contemplado pelo Bolsa Criar Lusofonia, concedido a cada dois anos pelo Centro Nacional de Cultura de Portugal.
Meu segundo livro foi o romance "Venha Me Ver Enquanto Estou Viva”, contemplado pelo Proac-SP em 2017 e lançado pela Editora do Sesi-SP em dezembro de 2018.
Como jornalista, trabalhei na "Folha de S.Paulo" de 1996 a 2000 e no UOL de 2000 a 2019.

Quer falar comigo, mas não pelos comentários do post? OK! Meu e-mail é pedrocirne@gmail.com

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