
Quando conheci o trabalho do mangaká Naoki Urasawa, coloquei ele no meu hall particular de “Mestres do suspense”: as duas primeiras obras que li de dele, “Monster” e “20th Century Boys”, pertenciam ao tema – e eram excelentes.
Mas Urasawa não fica no suspense – há a ficção científica, com “Pluto”, e este fantasioso “Billy Bat“. Trata-se de um épico com narrativas ocorrendo em épocas temporais diferentes, personagens intrigantes, pitadas de fantasia e terror, um morcego que vai além das aparências e, claro, muito mistério.

“Billy Bat” saiu originalmente no Japão entre 2008 e 2016, e saiu em uma coleção de 20 volumes. A edição nacional, da Panini, reúne duas edições por número. Então, a que está sendo lançada hoje reúne o penúltimo e o último capítulo desta saga: “Billy Bat – número 10“.
Após tantas narrativas paralelas e tanto mistério, ainda que sobrenatural, Urasawa continua no meu hall particular de “Mestres do suspense”.
