Argentino nascido no Uruguai, Alberto Breccia (1919-93) foi um dos grandes quadrinistas da América do Sul. Nós, brasileiros, infelizmente nunca demos muita atenção a este talentoso vizinho. Felizmente, isso começou a mudar no ano passado.

Quatro livros dele foram publicados por aqui em 2020, e há mais dois previstos para já: “Viajante de Cinza” acabou de sair, e “Um Tal Danieri” vem em julho. Aproveitei minha coluna semanal na TV Cultura para falar um pouco sobre o Breccia. Por que ele é tão importante?

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Escrito por

Pedro Cirne

Meu nome é Pedro, nasci em 1977 em São Paulo e sou escritor e jornalista - trabalho na Argus Media e escrevo sobre quadrinhos na TV Cultura.
Lancei dois livros: o primeiro foi "Púrpura" (Editora do Sesi-SP, 2016), graphic novel que eu escrevi e que contou com ilustrações 18 artistas dos oito países lusófonos: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Este álbum contemplado pelo Bolsa Criar Lusofonia, concedido a cada dois anos pelo Centro Nacional de Cultura de Portugal.
Meu segundo livro foi o romance "Venha Me Ver Enquanto Estou Viva”, contemplado pelo Proac-SP em 2017 e lançado pela Editora do Sesi-SP em dezembro de 2018.
Como jornalista, trabalhei na "Folha de S.Paulo" de 1996 a 2000 e no UOL de 2000 a 2019.

Quer falar comigo, mas não pelos comentários do post? OK! Meu e-mail é pedrocirne@gmail.com

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