Há oito décadas, um super-herói vestindo a bandeira dos Estados Unidos sacode as páginas das revistas em quadrinhos – e, de uns anos para cá, as telas de cinema e da TV.

O primeiro número de “Captain America”, que trouxe ao mundo o icônico personagem de Joe Simon e Jack Kirby, foi lançado em março de 1941 (com data de publicação de dezembro de 1940).

Ou seja, a Marvel Comics celebra, neste mês que começa hoje, seu primeiro sucesso editorial, lá nos idos dos anos 40.

A editora festeja a data de duas maneiras. A primeira, mais óbvia, é com o lançamento de “Captain America Tribute” (“Tributo ao Capitão América”, em tradução livre). Trata-se de uma edição especial com a participação de artistas como Alex Ross, Steve McNiven e John Cassaday. Também serão republicadas histórias clássicas, como 1941 – “Conheça o Capitão América”, de Joe Simon e Jack Kirby, e “Capitão América Entra para… Os Vingadores!”, de Stan Lee e Jack Kirby.

A segunda é a estreia da série “Falcão e o Soldado Invernal”, programada para 19 de março. Trata-se de uma continuação direta do épico filme “Vingadores – Ultimato” em que se discute o legado do Capitão América.

Após a aposentadoria de Steve Rogers, quem vai assumir o manto de Capitão América? Sam Wilson, o Falcão, para quem ele deixou seu escudo? Ou Bucky Barnes, o Soldado Invernal, que foi seu grande parceiro na Segunda Guerra Mundial? Ou nenhum deles? Nas HQs, os dois personagens já usaram o uniforme-bandeira.

Não é coincidência que a série tenha sido programada para estrear no mês em que se celebra os 80 anos do Capitão América. 🙂

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Escrito por

Pedro Cirne

Meu nome é Pedro, nasci em 1977 em São Paulo e sou escritor e jornalista - trabalho na Argus Media e escrevo sobre quadrinhos na TV Cultura.
Lancei dois livros: o primeiro foi "Púrpura" (Editora do Sesi-SP, 2016), graphic novel que eu escrevi e que contou com ilustrações 18 artistas dos oito países lusófonos: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Este álbum contemplado pelo Bolsa Criar Lusofonia, concedido a cada dois anos pelo Centro Nacional de Cultura de Portugal.
Meu segundo livro foi o romance "Venha Me Ver Enquanto Estou Viva”, contemplado pelo Proac-SP em 2017 e lançado pela Editora do Sesi-SP em dezembro de 2018.
Como jornalista, trabalhei na "Folha de S.Paulo" de 1996 a 2000 e no UOL de 2000 a 2019.

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