Talvez você ainda não conheça os Eternos, da Marvel. Mas Angelina Jolie, Kit Harington e Salma Hayek você conhece, né? Se o primeiro trailer de “Eternos”, filme com esses e outros astros, for muito bom, isso vai te despertar o interesse por esses personagens tão desconhecidos quanto poderosos.

Os Eternos não são exatamente um grupo de super-herói. É uma civilização que mora na Terra e já foi humana, mas foi evoluída artificialmente por alienígenas. Ficaram extremamente poderosos. Para começar, não evelhecem – daí o nome pelo qual são conhecidos. Além disso, são superfortes, supervelozes etc. O pacote completo.

Aliás, onde esses semideuses estavam quando Thanos fez aquela patacoada toda? Enfim, talvez o filme, que será lançado em novembro deste ano, se a Covid deixar, esclareça. Até porque, nas HQs da Marvel, Thanos é filho de dois Eternos, A’lars e Sui-San. O longa dos eternos será dirigido pela jovem chinesa Chloé Zhao (38 anos!) e contará no elenco com, além dos já citados, Richard Madden e Kumail Nanjiani.

Enfim! A novidade é que já está em pré-venda uma antologia da Panini que reúne a coleção completa das histórias originais dos Eternos. Os personagens foram criados por Jack Kirby, que também criou o Capitão América, os X-Men, Darkseid, os Vingadores, o Quarteto Fantástico – estou com preguiça de continuar, mas você entendeu.

Kirby lançou os Eternos como protagonistas de uma revista mensal que durou apenas 19 edições, de julho de 1976 a janeiro de 1978. Essa fase inclui ainda um anual, publicado em 1977 e também de autoria de Jack Kirby. Essas 20 histórias estão reunidas nas quase 400 páginas de “Eternos Por Jack Kirby“.

A revista não durou muito tempo, mas seu legado permanece no Universo Marvel até hoje. Alguns dos Eternos viraram membros dos Vingadores, por exemplo – casos de Sersi (que será vivida no cinema por Gemma Chan) e do carismático Gilgamesh (Ma Dong-seok). Pode ser que isso seja aproveitado no Universo Cinematográfico Marvel. Sem falar, claro, na árvore genealógica do Thanos :-).

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Escrito por

Pedro Cirne

Meu nome é Pedro, nasci em 1977 em São Paulo e sou escritor e jornalista - trabalho na Argus Media e escrevo sobre quadrinhos na TV Cultura.
Lancei dois livros: o primeiro foi "Púrpura" (Editora do Sesi-SP, 2016), graphic novel que eu escrevi e que contou com ilustrações 18 artistas dos oito países lusófonos: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Este álbum contemplado pelo Bolsa Criar Lusofonia, concedido a cada dois anos pelo Centro Nacional de Cultura de Portugal.
Meu segundo livro foi o romance "Venha Me Ver Enquanto Estou Viva”, contemplado pelo Proac-SP em 2017 e lançado pela Editora do Sesi-SP em dezembro de 2018.
Como jornalista, trabalhei na "Folha de S.Paulo" de 1996 a 2000 e no UOL de 2000 a 2019.

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