Eu não poderia encerrar janeiro sem um hábito aqui do HdQ: a ronda mensal de sugestões nacionais no Catarse. São histórias que não necessariamente li (a maioria, já que poucos são relançamentos), mas que me parecem interessantes, além de projetos de assinatura contínua.

As descrições abaixo são dos próprios autores ou editoras.

Histórias do Faroeste“, de Flavio Colin, Júlio Shimamoto e Antônio Ribeiro

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“Em dezembro de 1979, a editora Vecchi, no comando do grande Otacilio D’Assuncao Barros, conhecido apenas como Ota, publicou “Histórias do Faroeste” n. 1, em uma coletâneo que reunia personagens já famosos como Cisco Kid e Chet, além de autores como Steve Ditko, José Luís Salinas, Wilde Portela e muitos outros. (…) A edição número 28, estava fora de catálogo desde sua publicação no início dos anos 80. Ela possui uma particularidade muito interessante entretanto: em uma única edição, reunia Júlio Shimamoto, Flavio Colin e Antônio Ribeiro, cocriador do Novo Chacal ao lado de Jordí, Ota e Homobono.
Esses gigantes do quadrinho nacional, produziram a última, e uma das melhores revistas de toda série. Mais de 40 anos depois, o leitor brasileiro, que não teve contato com esta maravilhosa edição finalmente vai poder lê-la ou, se for um felizardo, a relê-la, totalmente restaurada e em formato europeu.”

Ana Paula Cortês (clube de assinatura)

“Olá!
Sou a Ana! Tenho 30 e poucos anos, sou mineira de BH e faço histórias em quadrinhos e ilustrações em aquarela.
Em 2021 eu publiquei a HQ Planeta, uma HQ toda feita em aquarela, que conta a história do encontro de um ET com um Terraplanista.
Desde então tenho me dedicado cada vez mais a criar ilustrações autorais e tenho me aventurado em novas técnicas, como guache e ilustração digital.
Algumas dessas ilustrações viram produtos, como cadernos, adesivos, camisetas, prints…
Pra poder me dedicar cada vez mais a essa criação resolvi aderir ao Catarse Assinaturas, que é esse sistema de financiamento coletivo recorrente.”

Clube do Blue“, de Paulo Kielwagen

Manifesto Proletário – O Manual Vermelho“, de Guilherme Infante

“Este é o projeto do meu novo livro, O MANUAL VERMELHO.
Em 2021 lancei o livro Manifesto Proletário, que era um resumo das minhas experiências profissionais em forma de pequenas dicas para lidar com empregos horríveis repletos de pessoas ainda piores.
Desde então, muita água passou sob essa ponte de quem reflete sobre condições de trabalho que nos submetem. Então senti a necessidade de evoluir o Manifesto Proletário.
Dessa forma, em comemoração aos seus 5 anos e para atualizar alguns temas, o Manifesto Proletário revisado, ampliado, colorido e cheio de tirinhas se chamará O MANUAL VERMELHO.”

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Escrito por

Pedro Cirne

Meu nome é Pedro, nasci em 1977 em São Paulo e sou escritor e jornalista - trabalho no Estadão e escrevo sobre quadrinhos na TV Cultura.
Lancei dois livros: o primeiro foi "Púrpura" (Editora do Sesi-SP, 2016), graphic novel que eu escrevi e que contou com ilustrações 18 artistas dos oito países lusófonos: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Este álbum contemplado pelo Bolsa Criar Lusofonia, concedido a cada dois anos pelo Centro Nacional de Cultura de Portugal.
Meu segundo livro foi o romance "Venha Me Ver Enquanto Estou Viva”, contemplado pelo Proac-SP em 2017 e lançado pela Editora do Sesi-SP em dezembro de 2018.
Como jornalista, trabalhei na "Folha de S.Paulo" de 1996 a 2000 e no UOL de 2000 a 2019.

Quer falar comigo, mas não pelos comentários do post? OK! Meu e-mail é pedrocirne@gmail.com

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