Sou muito fã do espanhol Miguelanxo Prado: escreve bem, ilustra idem e, de quebra, transita por vários gêneros. Já foram publicados aqui no Brasil, por exemplo, a obra de humor ácido “Mundo Cão”; a fantasia “O Pacto da Letargia”; e a tocante fábula dramática “Ardalén”. E agora teremos acesso a um suspense policial.

A Conrad colocou em pré-venda “Presas Fáceis“, volume que reúne duas graphic novels estreladas pelos policiais Olga Tabares e Carlos Sotillo. Na primeira, tentam desvendar uma série de assassinatos; na segunda, lidam com uma rede de pornografia.

Abaixo, a sinopse da editora:

“Os inspetores Olga Tabares e Carlos Sotillo investigam dois casos de difícil resolução. O primeiro é uma série de assassinatos cuja única ligação entre as vítimas é sua relação com o sistema bancário. O segundo é a morte de uma adolescente que, sem saber, estava presa em uma obscura rede de pornografia. O que esses dois casos têm em comum? Suas vítimas eram sempre presas fáceis. O genial quadrinista Miguelanxo Prado (Ardalén) nos apresenta duas narrativas nas quais se utiliza do suspense como ponto de partida para discutir dilemas éticos, responsabilidade coletiva e justiça. Trata-se de uma incursão no gênero policial noir, em que não importa apenas descobrir a identidade do culpado, mas também medir as consequências de seus crimes.”

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Escrito por

Pedro Cirne

Meu nome é Pedro, nasci em 1977 em São Paulo e sou escritor e jornalista - trabalho no Estadão e escrevo sobre quadrinhos na TV Cultura.
Lancei dois livros: o primeiro foi "Púrpura" (Editora do Sesi-SP, 2016), graphic novel que eu escrevi e que contou com ilustrações 18 artistas dos oito países lusófonos: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Este álbum contemplado pelo Bolsa Criar Lusofonia, concedido a cada dois anos pelo Centro Nacional de Cultura de Portugal.
Meu segundo livro foi o romance "Venha Me Ver Enquanto Estou Viva”, contemplado pelo Proac-SP em 2017 e lançado pela Editora do Sesi-SP em dezembro de 2018.
Como jornalista, trabalhei na "Folha de S.Paulo" de 1996 a 2000 e no UOL de 2000 a 2019.

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