Um personagem de uma HQ saiu de dentro dela para atormentar sua criadora…

Eu gosto de metalinguística, por isso sou suspeito para falar. Mas gostei muito da graphic novel nacional “Meta – Depto. De Crimes Metalinguísticos”, de Marcelo Saravá (roteiro), André Freitas (arte), Omar Viñole (cores) e Deyvison Manes (letras/design).

A história começa com um assassinato. E a polícia é acionada, mas não uma divisão qualquer: trata-se do Departamento de Crimes Metalinguísticos. Afinal, tudo indica que um personagem cruzou a barreira da ficção e cometeu um crime no “mundo real”.

Há metalinguagem, homenagens (a quadrinistas e personagens), aventura e humor – e algumas reflexões, como a frase que abre este texto, que tirei de um dos protagonistas. Escrevi sobre “Meta” na minha coluna semanal na TV Cultura.

Mas deixo já aqui a dica: tome cuidado ao ler este quadrinho. Algum personagem pode pular de dentro dele e assaltar a sua casa! Já pensou, que perigo?! 😉

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Escrito por

Pedro Cirne

Meu nome é Pedro, nasci em 1977 em São Paulo e sou escritor e jornalista - trabalho na Argus Media e escrevo sobre quadrinhos na TV Cultura.
Lancei dois livros: o primeiro foi "Púrpura" (Editora do Sesi-SP, 2016), graphic novel que eu escrevi e que contou com ilustrações 18 artistas dos oito países lusófonos: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Este álbum contemplado pelo Bolsa Criar Lusofonia, concedido a cada dois anos pelo Centro Nacional de Cultura de Portugal.
Meu segundo livro foi o romance "Venha Me Ver Enquanto Estou Viva”, contemplado pelo Proac-SP em 2017 e lançado pela Editora do Sesi-SP em dezembro de 2018.
Como jornalista, trabalhei na "Folha de S.Paulo" de 1996 a 2000 e no UOL de 2000 a 2019.

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