É bem comum nos Estados Unidos (e um pouco menos aqui no Brasil): uma mesma revista em quadrinhos sai com uma capa “oficial” e outras alternativas.

Vi esta notícia na Biblioteca Brasileira de Mangás e achei interessante: a editora italiana Panini lançou uma edição de “Magical Girl Howling Moon” com capa alternativa em que uma cosplayer interpreta a protagonista do mangá.

A cosplayer em questão é a modelo e atriz italaiana Giada Robin (@giadarobin) – que na verdade chama Giada Pancaccini e criou seu nome artístico a partir da Nico Robin, personagem do mangá “One Piece”.

Acho muito interessante o universo de cosplayers, embora tenha tido pouco contato com adeptos – inclusive me recomendaram a comédia espanhola de ação “Origens Secretas”, que passa pelo tema.

A Giada Pancaccini é uma profissional, mas o que me parece interessante na iniciativa é o precedente que abre (e talvez já esteja sendo feito por aí).

Será que editoras vão criar concursos (ou algum outro processo seletivo) para criar capas alternativas com cosplayers na capa?

Imagino que seja uma baita alegria para um fã estar ali na revista que ele tanto gosta. Eu sou envergonhado demais para concorrer, mas me parece uma ideia que pode ser interessante. Compraria uma edição especial da “Liga da Justiça”, por exemplo, só com cosplayers na capa.

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Escrito por

Pedro Cirne

Meu nome é Pedro, nasci em 1977 em São Paulo e sou escritor e jornalista - trabalho na Argus Media e escrevo sobre quadrinhos na TV Cultura.
Lancei dois livros: o primeiro foi "Púrpura" (Editora do Sesi-SP, 2016), graphic novel que eu escrevi e que contou com ilustrações 18 artistas dos oito países lusófonos: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Este álbum contemplado pelo Bolsa Criar Lusofonia, concedido a cada dois anos pelo Centro Nacional de Cultura de Portugal.
Meu segundo livro foi o romance "Venha Me Ver Enquanto Estou Viva”, contemplado pelo Proac-SP em 2017 e lançado pela Editora do Sesi-SP em dezembro de 2018.
Como jornalista, trabalhei na "Folha de S.Paulo" de 1996 a 2000 e no UOL de 2000 a 2019.

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