O talentoso potiguar Luckas Iohanathan é um dos grandes nomes dos quadrinhos brasileiros dos últimos anos. Com roteiros inteligentes, que não subestimam os leitores, Iohanathan tem narrado dramas pessoais e profundos. Foi assim com os recentes “Ouroboros” e “Como Pedra” – a, antes deles, com “Enterrei Todos no Meu Quintal”, lançado digitalmente em 2021.

A editora Comix Zone!, que já havia lançado “Ouroboros” e “Como Pedra” (este, aliás, vencedor do Prêmio Jabuti na categoria Histórias em Quadrinhos), colocou à venda, ontem, 28, a versão impressa de “Enterrei Todos no Meu Quintal”. Prepare suas sinapses para ler um roteiro que foge do caminho comum.

Abaixo, a sinopse da editora:

“Contada a partir de fragmentos, acompanhamos a vida de Júlia, da infância à velhice. Entre descobertas, erros e a inevitável solidão, ela transforma memórias em raízes, enterrando em seu quintal todos aqueles que, de alguma forma, ajudaram a compor sua história. Uma narrativa sobre o amadurecimento e a delicada arte de existir.”

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Escrito por

Pedro Cirne

Meu nome é Pedro, nasci em 1977 em São Paulo e sou escritor e jornalista - trabalho no Estadão e escrevo sobre quadrinhos na TV Cultura.
Lancei dois livros: o primeiro foi "Púrpura" (Editora do Sesi-SP, 2016), graphic novel que eu escrevi e que contou com ilustrações 18 artistas dos oito países lusófonos: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Este álbum contemplado pelo Bolsa Criar Lusofonia, concedido a cada dois anos pelo Centro Nacional de Cultura de Portugal.
Meu segundo livro foi o romance "Venha Me Ver Enquanto Estou Viva”, contemplado pelo Proac-SP em 2017 e lançado pela Editora do Sesi-SP em dezembro de 2018.
Como jornalista, trabalhei na "Folha de S.Paulo" de 1996 a 2000 e no UOL de 2000 a 2019.

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