O mangá “One Piece“, iniciado por Eiichiro Oda em 1997, é uma série bem bacana. Trata-se de uma comédia em tons de aventura protagonizada pelo pirata Monkey D. Luffy, que comeu a Fruta do Diabo (seja lá o que for isso) e tem o poder de esticar seu corpo como se fosse de borracha.

Ele busca o imensurável tesouro (o “One Piece” do título) de Gold Roger, o Rei dos Piratas, que contou que o havia escondido quando foi condenado à morte. O que exatemente é este tesouro dos sete mares e onde ele está?

Pois bem. Li no J Box uma notícia que achei bem divertida.

“One Piece” atingiu a marca de 600 milhões de cópias vendidas em todo o mundo (parabéns! e… uau!). Para comemorar, Oda criou uma espécie de “One Piece” da vida real.

(Um minuto de pausa para tentarmos entender o que significa a venda de 600 milhões de exemplares de qualquer coisa.)

Oda escreveu em um papel o segredo da história – segundo ele, pela primeira vez, já que o guardava em sua cabeça. Escreveu, trancou-o em um minúsculo baú e… jogou-o no mar!

A divertida comemoração está no vídeo abaixo – aliás, uma produção de qualidade hollywoodiana. Vale conferir.

ps – “One Piece” sai no Brasil pela Panini. Abaixo, a sinopse da editora:

“Luffy deseja se tornar um pirata por conta da admiração que sente por Shanks. O garoto acaba consumindo um Gomugomu-no-mi e mais tarde se envolve em uma briga com bandidos, na qual Shanks aparece para salvá-lo, porém, o pirata de cabelos vermelhos perde seu braço esquerdo na ocasião. Anos depois, Luffy conhece Coby, um faz-tudo que sonha em se tornar um oficial da marinha, e ambos rumam para uma ilha em que há uma base da Marinha, onde o famoso espadachim e caçador de piratas, Roronoa Zoro, é aprisionado. Como será o revelador desse encontro…?!”

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Escrito por

Pedro Cirne

Meu nome é Pedro, nasci em 1977 em São Paulo e sou escritor e jornalista - trabalho no Estadão e escrevo sobre quadrinhos na TV Cultura.
Lancei dois livros: o primeiro foi "Púrpura" (Editora do Sesi-SP, 2016), graphic novel que eu escrevi e que contou com ilustrações 18 artistas dos oito países lusófonos: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Este álbum contemplado pelo Bolsa Criar Lusofonia, concedido a cada dois anos pelo Centro Nacional de Cultura de Portugal.
Meu segundo livro foi o romance "Venha Me Ver Enquanto Estou Viva”, contemplado pelo Proac-SP em 2017 e lançado pela Editora do Sesi-SP em dezembro de 2018.
Como jornalista, trabalhei na "Folha de S.Paulo" de 1996 a 2000 e no UOL de 2000 a 2019.

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