
Todo mês, tento fazer uma ronda demorada pelo Catarse em busca de quadrinhistas nacionais. Por que demorada? Porque é gostoso de fazer, ué. Quantos mais artistas brasileiros eu encontrar, melhor!
Separei quatro da ronda mais recente que fiz. As descrições abaixo são dos próprios artistas, ou de suas editoras. Espero que goste!
“Mylar – Omnibus“, de Eugenio Colonnese

“Em maio de 1967, a editora paulista Taika lançava a primeira edição de Mylar, criação do artista ítalo-brasileiro Eugenio Colonnese, para aproveitar o momento de popularidade com o gênero super-herói, renovado pela chegada dos personagens Marvel à televisão brasileira.
Mylar era um alienígena que tinha como missão trazer a paz ao planeta Terra – nem que para isso precisasse usar seus poderosos punhos. Ele trajava uma roupa vermelha bem chamativa e usava um cinturão atômico, que lhe permitia voar. Seu apelido era “Homem-Mistério”, pelo fato de ninguém saber como era sua face, sempre encoberta por uma máscara totalmente fechada.
Colonnese contava com a colaboração de Luiz Merí nos roteiros. Após oito edições lançadas o título foi cancelado, e o personagem desapareceu das bancas por um bom tempo, até que, em 1986, foi homenageado – junto a outros personagens e personalidades do mundo real – numa HQ de Watson Portela para o especial Paralelas, da Press Editorial.”
“Bátima“, de Caio Oliveira

“Alguns chamam de hiperfoco, outros de implicância… Há quem diga que o Caio não passa de um invejoso! O maior hater do maior personagem dos gibis de hominho!
Os mais conspiracionistas acham que é trauma; os mais exagerados (e pervertidos) sugerem que o morcego fez coisas maliciosas com a família do Caio!!! 😳 Afinal de contas, só pode ter acontecido algo muito grave pra ele zoar tanto com a cara do Bátima, não é mesmo?
Só que não! O Caio é apenas um iconoclasta que se diverte ao fazer tirinhas que irritam os fãs do morcego! E para aqueles que também curtem essa zoeira, fizemos esse financiamento coletivo com o intuito de viabilizar o lançamento do gibi “Bátima”, bem como as recompensas, custos de produção e envios.
“Bátima” reunirá as melhores tiras selecionadas sobre o morcego órfão, e o gibi terá um formato bem parecido com o do “Almanacão do Caio” (financiado aqui): formato A5, capa cartão, miolo em papel cuchê, mais de 90 páginas — todas coloridas. E ao adquirir o gibi, você também leva de brinde um marca-página personalizado!”
“Cartu Vip“, de Cecilia Ramos

“Psicopato e o Retorno do Vinganso“, de Wesley Mercês

““Psicopato e o Retorno do Vinganso” é uma comédia épica dedicada ao personagem mais querido de As Crônicas de Wesley. Repleta de ação, humor afiado e trocadilhos com pato que você jamais imaginou serem possíveis, esta história vai te fazer rir, se surpreender e se emocionar como nenhum outro pato já fez antes.
Após um trauma devastador na infância, Pip renasce como o Psicopato — um pato frio, imprevisível e letal. No entanto, quando seu inimigo mais antigo retorna, ele é arrastado para uma jornada de vingança que o força a revisitar memórias esquecidas, reencontrar velhos conhecidos e, talvez, redescobrir os últimos vestígios de sentimentos que um dia ele teve.”