
O autodidata mangaká Suehiro Maruo é normalmente associado ao gênero ero-guro: histórias grotescas com pitadas de erotismo, horror e decadência. Suas HQs, sempre profundamente autorais e por vezes transgressoras, figuraram na revista “Garo”, título ligado aos gekigá underground de seu país.
A obra de Maruo mais famosa no Brasil é, acredito, “O Vampiro que Ri”, lançado originalmente entre 1999 e 2004 no Japão. A primeira edição nacional foi da Conrad, com um volume publicado em 2004 e o segundo e derradeiro saindo dois anos depois.

Após quase duas décadas da conclusão da publicação original, a Pipoca & Nanquim assumiu os direitos da publicação no Brasil. O primeiro volume saiu no ano passado, e a conclusão, “Paraíso: O Vampiro que Ri“, passou a ser vendido nesta semana.
Abaixo, a sinopse da editora:
“([+18] Alerta de gatilho: abuso de menores) Vale a pena viver para sempre uma vida nas sombras? Considerado o Marquês de Sade dos mangás, o rei do erótico grotesco Suehiro Maruo apresenta a obscena continuação de um de seus maiores sucessos.”
