Esta notícia é do final do ano passado, mas como envolve o “deus-mangá” Osamu Tezuka, acho que vale a pena reistrar aqui.

A editora NewPOP está lançando uma nova edição de “Dororo”, agora em apenas dois volumes. Esta obra já saiu no Brasil há mais de uma década, também pela NewPOP, mas em quatro edições;

Quando li da primeira vez, “Dororo” me soou uma obra diferente de Tezuka: embora o ritmo e a abordagem não sejam tão diferentes (leves, fluídos, divertidos, bem-humorados), é uma história totalmente calcada no sobrenatural, com um pezinho no terror.

Abaixo, a sinopse da editora brasileira:

“Ambientado no Japão Feudal, Dororo é uma história de aventura e suspense, com toques de terror. Daigo Kagemitsu, vassalo de um general samurai oferece a 48 demônios 48 partes do corpo de seu filho que ainda não nascera, pedindo em troca o domínio sobre o Japão. O bebê nasce frágil sem partes importantes de seu corpo, e é logo atirado a um rio, de onde é resgatado por um curandeiro que lhe faz próteses e lhe salva a vida. O menino cresce sob o nome de Hyakkimaru e descobre a respeito de sua maldição: cada demônio daqueles 48 que ele matar o trará de volta uma parte de seu corpo, e logo sua humanidade roubada. Ele parte em sua jornada sobrenatural junto a Dororo, um menino ladrão, por entre fantasmas e demônios.”

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Escrito por

Pedro Cirne

Meu nome é Pedro, nasci em 1977 em São Paulo e sou escritor e jornalista - trabalho no Estadão e escrevo sobre quadrinhos na TV Cultura.
Lancei dois livros: o primeiro foi "Púrpura" (Editora do Sesi-SP, 2016), graphic novel que eu escrevi e que contou com ilustrações 18 artistas dos oito países lusófonos: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Este álbum contemplado pelo Bolsa Criar Lusofonia, concedido a cada dois anos pelo Centro Nacional de Cultura de Portugal.
Meu segundo livro foi o romance "Venha Me Ver Enquanto Estou Viva”, contemplado pelo Proac-SP em 2017 e lançado pela Editora do Sesi-SP em dezembro de 2018.
Como jornalista, trabalhei na "Folha de S.Paulo" de 1996 a 2000 e no UOL de 2000 a 2019.

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