
Neste final de semana, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi preso em sua residência e conduzido à sede da Polícia Federal em Brasília, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A detenção é preventiva, sem prazo definido. Segundo a decisão, a prisão foi motivada em uma série de fatores que indicavam o risco elevado de fuga de Bolsonaro. Entre eles, violação da tornozeleira eletrônica; convocação de vigília e aglomeração de apoiadores; e plano de fuga para a Argentina, entre outros fatores.
Este fato tão importante foi interpretado por dezenas de chargistas brasileiros. Separei aqui quatro exemplos. O que abre este texto é um trabalho de Quinho Ravelli.


