O trimestre que abre este 2021 traz quatro obras republicando trabalhos do gigantesco Jack Kirby. São duas da Marvel (Eternos e Quarteto Fantástico) e duas da DC (OMAC e Quarto Mundo).

Em minha coluna desta semana no site oficial da TV Cultura, abordo um pouco da carreira de Kirby. Ele ainda é relevante como roteirista? E como ilustrador? Seus personagens continuam importantes dentro do gênero dos super-heróis?

Spoiler: sim, sim e sim. Kirby continua relevante até fora dos quadrinhos. “WandaVision”, o criativo e belo seriado da Marvel, tem com uma das protagonistas a Feiticeira Escarlate, criada por ele; Darkseid, o vilão do filme da Liga da Justiça que será lançado em março, foi criado por ele; “Os Eternos”, que ganharão um longa no Universo Cinematográfico Marvel ainda este ano, foram criados por ele.

Quando o assunto é Jack Kirby, eu quero é mais 😉.

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Escrito por

Pedro Cirne

Meu nome é Pedro, nasci em 1977 em São Paulo e sou escritor e jornalista - trabalho na Argus Media e escrevo sobre quadrinhos na TV Cultura.
Lancei dois livros: o primeiro foi "Púrpura" (Editora do Sesi-SP, 2016), graphic novel que eu escrevi e que contou com ilustrações 18 artistas dos oito países lusófonos: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Este álbum contemplado pelo Bolsa Criar Lusofonia, concedido a cada dois anos pelo Centro Nacional de Cultura de Portugal.
Meu segundo livro foi o romance "Venha Me Ver Enquanto Estou Viva”, contemplado pelo Proac-SP em 2017 e lançado pela Editora do Sesi-SP em dezembro de 2018.
Como jornalista, trabalhei na "Folha de S.Paulo" de 1996 a 2000 e no UOL de 2000 a 2019.

Quer falar comigo, mas não pelos comentários do post? OK! Meu e-mail é pedrocirne@gmail.com

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